AS ESTRELAS BRILHAM NO INFINITO FULGURANDO PARA TODOS OS EVOS


Inacreditável como os aprendizes da felicidade transitam por esse mundo de provas e expiações, exortando o povo como se o mundo não tivesse valor algum e de nada valessem as estrelas que cintilam nos céus de brigadeiro. Oh! Não. Que ledo engano cometem os aprendizes da felicidade.
É vero. As estrelas iluminam na eternidade da vida como o diamante encravado nas profundezas abissais do infinito, até o momento que o Senhor da vida os faz brilharem em todo o seu esplendor, a joia infinitamente preciosa da luz divina de Jesus Nazaré, cujo esplendor alcança as estrelas em todos os tempos no aprendizado, como lecionou o Bom Pastor, na prédica do tudo que faço vos podei fazer e muito mais.
Neste preâmbulo, indistintamente os filhos do Eterno, criados simples e ignorantes estão destinados a aprenderem a colar grau na universidade da vida, bela, colorida e consentida, como o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, cognominado o médico dos pobres, divulgador no Brasil do espiritismo, atuando nos trabalhos das curas e assistência espiritual; Caibar de Souza Shutel, o bandeirante do espiritismo; Joanna de Ângelis a notória Joana de Cuza, mencionada no Espiritismo, como a esposa de Cuza, administrador de Herodes, uma das mulheres que seguiam Jesus e testemunharam sua ressurreição.
Joana de Cuza é vista como um exemplo de fé e fidelidade no contexto espírita, frequentemente associada à figura de Joanna de Ângelis, guia espiritual de Divaldo Franco e Francisco Candido Xavier. Da mesma sorte, São Francisco de Assis e uma infinidade de espíritos de escol, constam na claridade incomparável do rol dos semeadores de estrelas do Pai Celeste, iluminando o universo do Pai Celeste.
In veritas, na morada celestes do Pai Celeste, a inegável luz da existência, modelo e guia do Divino Pastor, Jesus de Nazaré, indispensável os que semeiam em nome do amor, em dias incomparável do frio, as estrelas e na luz dos semeadores de estrelas, aconteceu uma tempestade sem precedente, valendo-se oportunidade para da historiografia, da verdade do nascimento das estrelas em nome do Pai Celeste.
Relata-se que, nesse trajeto no avião, um amigo lhe deu as boas-vindas, vindo das terras paraibanas e fez história e benesses pelo Estado. Alguém que deixara corpo e alma na terra das Araucárias: Lins de Vasconcellos. Jovem de todo, conheceu a antiga sede da Federativa, na rua Saldanha Marinho. Estava tão frio quando ele foi fazer sua primeira palestra, que, de forma discreta, foi se achegando às pesadas cortinas vermelhas que ornavam o auditório, desejando se envolver nelas.
Era maio, mês das geadas, dos ventos frios curitibanos. E ele vestia um terno branco de linho. Totalmente na moda. Estava elegante nos seus moços anos, mas gelado. Anos mais tarde, adentraria o mesmo local, transformado agora em Sede Histórica, visitaria seu acervo e diria das vibrações do ambiente, no qual quase se podem ouvir os sussurros das vozes dos pioneiros, dos trabalhadores do ontem.
A caminho de Ponta Grossa, ele se encantou com os pinheirais, com o relevo dos Campos Gerais, pedindo que o veículo parasse um pouco, para que ele pudesse admirar a paisagem. Conheceu amigos, reencontrou corações. Estabeleceu laços afetivos e criou uma ponte da amizade.
Bahia-Paraná. Alguém o chamou, sabiamente, de Semeador de Estrelas. Ele as fez brotar em nossas mentes, a cada conferência, em que despejava, a mãos cheias, os conteúdos evangélicos, traduzindo as vozes dos imortais, aquelas que ele afirmava que se ouve uma vez e não se esquece nunca mais. Ele é Cidadão Honorário de Curitiba e da Terra das Araucárias. Mais do que tudo, é o amigo que iluminou veredas, deixando pegadas na estrada, a fim de que percorramos o caminho com segurança, para cima, para a frente, para o Alto.
Imagina-se quantas conferências, seminários foram realizados, ou ainda quantos encontros, e entrevistas ofereceu ao sedento de amor para iluminar os corações sequiosos dos sentimentos da vida. Que importa? As estatísticas mais valiosas não estão nos números, nem nas planilhas, mas nos efeitos das vidas. Ele tinha mais horas de voo do que muitos pilotos comerciais. Tinha mais experiências de auditório do que muitos oradores. Mas, no que Ele era mestre e doutor, era no devassar a alma.
Ele olhava, sorria e perguntava: Olá, como vai? E, em um minuto apenas, esquecíamos a dor que nos levara a ele, a desesperança que nos abraçava há pouco, a tristeza que desejávamos despejar. Ele tinha mais anos de serviço no Paraná do que muitos anos de vida da maioria de nós. Na noite silenciosa de treze de maio, ele partiu. Olhamos para o céu e vimos uma estrela. E nos perguntamos se não seria o próprio semeador a brilhar.
Sentiremos saudades de sua voz, de seu sorriso, do seu abraço. Inegável merecer o aconchego do Divino Mestre, que, com certeza, fulgurou e lusificou seu amoroso coração e veio buscá-lo. Com a benção em seu coração saudoso de tantos amores partidos antes, os haverá de reencontrar e receberá milhares de abraços dos Espíritos cujas vozes interpretou com seu verbo, cujos pensamentos grafou para a eternidade. Até logo mais, querido Divaldo. Que Deus nos abençoe nos outros que viemos em sua retaguarda com o brilho de sua luz aurifulgente.
Nessa realidade sente-se no imo d’alma, o desalinho de uma parcela dos irmãos de caminhada, viajando pelas veredas da existência das provas, sem se darem o direito a uma análise das realidades existenciais das provas e expiações para aprofundarem o bisturi do conhecimento, a fim de emularem-se na análise dos objetivos e o sentido da vida, sempre bela, colorida e consentida com os irmos Francisco Cândido Xavier, Dr. Bezerra de Menezes, São Francisco de Assis e incontáveis estrelas fulgurando no espaço sideral, oportunizando os filhos do altíssimo para que todos alcancem os esplendores celestes, pois, tudo que Ele fez e faz pode ser feito pelo Jesus de Nazaré.


Com a iluminação dessa messe de amor, pode-se asseverar que uma das dificuldades do ser humano, quando na sabatina das provas, escolhe a porta larga para transitar, e, ao exercitar o livre arbítrio, opta pelo lado escuro da vida, com a mais absoluta ausência do sentido que dê valoração e colorido à existência, para proporcionar o exame das provas do bom combate, proposta por Paulo, o apóstolo dos coríntios, sob a perspectiva do futuro como lecionou o Divino Pastor, ao prometer aos viajores os esplendores celestes.
Os filhos do Pai Celeste atentos as estrelas fulgurantes para todos os evos sob o comando do amor, consciente para evitar a porta larga da desídia, crimes de qualquer gênero amando seus irmãos de caminhada, desatento aos crimes mais violentos é o que se pode cometer contra as Leis Divinas, expressa-se no suicídio, alguns no anoitecer da existência, outros ainda jovens, dotados de beleza física, com origem em famílias bem estruturadas financeiramente, ilustrando-se nas melhores universidades da existência; esquecem-se dos valores da vida, bela, colorida e consentida.
A vida não é propriedade daqueles que a recebem da Potestade, na qualidade de depositário das provas a que se comprometeram no pretérito na pátria espiritual; por essa razão, não pertence a quem a utiliza como instrumento de crescimento, e, nada, absolutamente nada justifica pôr termo à vida na benção destinada à elevação do espírito.
Data Vênia, a valoração da vida com o seu sentido merece um apólogo desse proceder entibiado; trata-se de criaturas possuidoras de todos os recursos materiais na viagem, na linguagem coloquial, que não aproveitam as oportunidades concedidas pelo Senhor da Vida, não valorizam a reencarnação e sequer sentem em seus corações o suave perfume do Divino Jardineiro. Em verdade, não homenageiam a vida, eis que insensíveis, esses viajores não entendem que Ele é o caminho, a verdade e a vida que levam os justos aos esplendores celestes.
Nada obstante, não é incomum essas criaturas buscarem o desenlace voluntário, quando não de forma involuntária, surpreendendo os que se esforçam para terem puros os corações, como ensinou o Homem de Nazaré. Constata-se pelas estatísticas, verbi e gratia, que uma das causas mais frequentes da “morte”, o suicídio, direto/indireto, sempre é provocados pelas criaturas em desalinho; são os que elegem viver sem sentido religioso, jamais se emulando no sentimento da prece poema de São Francisco de Assis, ao exortar os corações amorosos à profunda reflexão da valoração da vida, consoante sua declamação de amor, ao imortalizar o sentido da existência declamando:
“Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; onde houver ofensa, que eu leve o perdão; onde houver discórdia, que eu leve a união; onde houver dúvida, que eu leve a fé; onde houver erro, que eu leve a verdade; onde houver desespero, que eu leve a esperança; onde houver tristeza, que eu leve a alegria; onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó, Mestre, fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna”.

Ponto finalizando deposita-se osculo de Jesus como a hóstia nos corações por excelência
Do amigo, Jaime Facioli – Com votos de muita paz.
Do Amigo de sempre




JAIME BARBOSA FACIOLI
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